Desenvolvimento de Sistemas
12. Git e GitLab
12º capítulo da apostila Desenvolvimento de Sistemas: estudo contínuo e em linguagem simples sobre Git e GitLab, com conceitos conectados, aplicações e mapa mental.
Neste capítulo · 10 seções⌄
- O fio condutor
- Parte 1 — Fundamentos e vocabulário
- Parte 2 — Estruturas e mecanismos
- Parte 3 — Fluxos e decisões
- Parte 4 — Implementação e integração
- Parte 5 — Qualidade, falhas e operação
- Ligando as partes em uma análise completa
- Como estudar e aplicar o capítulo
- Síntese e passagem para o próximo capítulo
- Base de cobertura
Este capítulo nasce das 80 questões publicadas sobre Git e GitLab. A leitura do acervo revelou 35 núcleos de conhecimento, aqui reorganizados como uma explicação progressiva: primeiro o vocabulário e o modelo mental, depois os mecanismos, as decisões de implementação, os limites e a forma de verificar o comportamento do sistema.
Agora o foco se volta ao trabalho cotidiano das equipes: métodos, requisitos, testes, versionamento, colaboração, integração e entrega. Cada capítulo acompanha como uma mudança percorre o caminho da ideia até a produção. Este é o capítulo 12 de 46 da disciplina Desenvolvimento de Sistemas. Ele retoma DevOps e automação e utiliza essa base para avançar. Na sequência, estudaremos GitHub: plataforma, repositórios e colaboração.
O fio condutor
O desenvolvimento de software começa com um problema e avança por decisões que precisam permanecer compreensíveis e verificáveis. Requisitos orientam modelos; modelos orientam código e arquitetura; testes verificam comportamento; e a operação devolve informações para o próximo ciclo. Uma falha importante no início tende a se espalhar pelas etapas seguintes.
Neste capítulo, use Git e GitLab para acompanhar quatro perguntas: qual problema precisa ser resolvido, como o mecanismo funciona, que consequências a escolha produz e como o resultado será verificado. Essa sequência transforma termos técnicos em decisões que podem ser explicadas e testadas.
Parte 1 — Fundamentos e vocabulário
Começamos por Parte 1 — Fundamentos e vocabulário, pois essa base organiza os conceitos e exemplos que aparecerão no restante do capítulo.
Commit
O ponto de partida é estabelecer o significado do conceito e o problema que ele procura organizar. Commit registra snapshot, metadados e pais, identificado por hash. A regra ganha sentido quando suas consequências orientam a implementação.
Para aplicar Commit, acompanhe a execução desde a entrada até a saída e anote pré-condições, mudança de estado, custo e falhas possíveis. Assim o conceito deixa de ser um rótulo e passa a orientar decisões.
A conclusão precisa de uma evidência compatível: prova de correção, teste, inspeção de estado, análise de complexidade, métricas ou documentação da versão. Um único caso favorável não demonstra uma regra universal.
.gitignore evita rastrear novos arquivos correspondentes, mas não remove arquivos já
A partir dessa distinção, o próximo elemento completa o fluxo. .gitignore evita rastrear novos arquivos correspondentes, mas não remove arquivos já versionados. Observe como definição, mecanismo e efeito permanecem ligados.
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Fontes consultadas
- Git, GitLab CI/CD, DORA e práticas DevOps.
- Git — Reference: https://git-scm.com/docs
- GitHub — Documentation: https://docs.github.com/
- Scrum Guides — Scrum Guide: https://scrumguides.org/scrum-guide.html
- Acervo publicado: 80 questões integralmente cobertas nos módulos deste capítulo.