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Ética, Integridade e Governança Corporativa

05. Partes interessadas e decisões de governança

5º capítulo da apostila Ética, Integridade e Governança Corporativa: explicação contínua e em linguagem simples sobre Partes interessadas e decisões de governança, com exemplo guiado e mapa mental.

6 min de leitura60 questões para praticarRevisado em 14/09/2026

Este capítulo apresenta Partes interessadas e decisões de governança como parte de um sistema de decisões, responsabilidades e evidências. A leitura foi construída para quem está entrando no assunto: cada conceito nasce de um problema concreto, ganha forma em uma ação e termina em um resultado que pode ser observado.

A apostila começa pelas razões que orientam uma boa decisão. Ética e integridade dão sentido às regras; governança distribui poder, responsabilidade e prestação de contas para que esses valores apareçam na prática. Este é o capítulo 5 de 10 da disciplina Ética, Integridade e Governança Corporativa. Ele retoma Princípios de governança corporativa e amplia o raciocínio. Na sequência, estudaremos Conselho de Administração e Diretoria Executiva.

Ponto de partida

Os três núcleos deste capítulo — Mapeamento de partes interessadas, Transação com parte relacionada e Avaliação da governança — devem ser lidos como uma cadeia. Primeiro compreendemos a finalidade; depois observamos quem age e como age; por fim, verificamos se a medida funcionou e como uma deficiência será tratada.

Diante de uma decisão, identifique quem será afetado, quais valores e deveres estão em jogo, quem possui competência para decidir e como essa pessoa prestará contas. Uma decisão íntegra precisa conciliar finalidade, processo, consequências e tratamento justo das partes interessadas. Esse percurso ajuda a distinguir uma estrutura que existe apenas no papel de outra que orienta decisões e funciona no cotidiano.

Mapeamento de partes interessadas

Começamos por Mapeamento de partes interessadas, pois esse conceito apresenta a primeira função necessária para entender o capítulo.

Para transformar a definição em prática, é preciso priorizar engajamento conforme materialidade e vulnerabilidade. Comece identificando objetivo, risco e responsável. Depois verifique em que momento a ação ocorre e quais limites impedem que uma finalidade legítima seja usada de forma arbitrária.

O funcionamento pode ser verificado quando decisão registra grupos, contribuições e resposta institucional. Documentos mostram o desenho, enquanto decisões, testes, registros e indicadores revelam o que realmente ocorreu.

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Fontes consultadas

  • IBGC — governança corporativa
  • Acervo publicado de Ética, Integridade, Governança, Compliance e Controles Internos: 60 questões deste tópico; conceitos revisados e organizados nas seções.
  • IBGC — governança corporativa: https://www3.ibgc.org.br/blog/conheca-os-cinco-principios-governanca-corporativa