Segurança da Informação
120. Modelagem de ameaças e STRIDE
120º capítulo da apostila Segurança da Informação: explicação contínua e em linguagem simples sobre Modelagem de ameaças e STRIDE, com aplicação integrada e mapa mental.
Neste capítulo · 11 seções⌄
Este capítulo apresenta Modelagem de ameaças e STRIDE em uma sequência pensada para quem está aprendendo o assunto. Os conceitos serão ligados a problemas, decisões, formas de execução e evidências, para que siglas e ferramentas ganhem sentido dentro do ciclo completo da tecnologia.
A etapa final protege o valor criado. Segurança parte de ativos e riscos, constrói identidade e confiança, aplica controles em profundidade, monitora ameaças e prepara resposta e recuperação para manter o negócio resiliente. Este é o capítulo 120 de 157 da disciplina Segurança da Informação. Ele retoma Filtros da API NVD e acrescenta uma nova camada. Na sequência, estudaremos OWASP Top 10.
Ponto de partida
Leia o tema como um ciclo. Primeiro defina o resultado ou ativo relevante; depois identifique pessoas, responsabilidades e critérios; em seguida acompanhe a implementação e a operação; por fim, use dados, testes e registros para avaliar o efeito e incorporar aprendizado.
Em Segurança da Informação, uma prática não funciona apenas porque foi documentada ou porque utiliza uma ferramenta conhecida. O resultado depende de contexto, desenho, competência, integração, operação e monitoramento. Essa visão acompanhará todos os núcleos do capítulo.
Fundamentos do tema
Começamos por Fundamentos do tema, que fornece a linguagem necessária para compreender as partes seguintes.
Modelagem de ameaças identifica ativos, fronteiras, fluxos, ameaças e mitigações antes e durante evolução
Para colocar essa ideia em prática: relacione modelagem de ameaças identifica ativos, fronteiras, fluxos, ameaças e mitigações antes e durante evolução ao contexto, identifique responsáveis e acompanhe o efeito antes de concluir. Identifique entrada, responsável, procedimento, saída e condição de sucesso; assim, o conceito deixa de ser um rótulo e passa a orientar uma decisão reproduzível.
O funcionamento pode ser conferido por meio do seguinte sinal: A verificação deve mostrar por que não se pode concluir que modelagem de ameaças serve apenas para sistemas já comprometidos. A evidência deve permitir que outra pessoa reconstrua o contexto, repita o teste e compreenda por que o resultado sustenta a conclusão.
Insecure Design trata ausência ou falha de controles de projeto e modelagem, não só bugs de implementação
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Fontes consultadas
- OWASP Top 10 e OWASP Application Security Verification Standard.
- NIST Cybersecurity Framework 2.0: https://www.nist.gov/cyberframework
- CIS Controls v8.1: https://www.cisecurity.org/controls/v8-1
- OWASP Top 10: https://owasp.org/www-project-top-ten/
- Acervo publicado: 80 questões integralmente cobertas nos módulos deste capítulo.
- Referência: NIST Cybersecurity Framework 2.0: https://www.nist.gov/cyberframework
- Referência: CIS Controls v8.1: https://www.cisecurity.org/controls/v8-1
- Referência: OWASP Top 10: https://owasp.org/www-project-top-ten/