Qualidade e Governança de Dados
14. Classificação, acesso e segurança
14º capítulo da apostila Qualidade e Governança de Dados: estudo contínuo e em linguagem simples sobre Classificação, acesso e segurança, com conceitos conectados, aplicações e mapa mental.
Nem todo dado exige a mesma proteção, e nem toda pessoa autorizada precisa das mesmas operações. Classificação e controle de acesso transformam sensibilidade e finalidade em regras práticas. O capítulo apresenta classificação, RBAC, ABAC e segregação de funções. A proteção depende de permissões efetivas, revisão e contexto de uso, evitando confundir o rótulo de uma informação com um controle já implementado ou um cargo com autorização ilimitada.
Depois de aprender a examinar os dados, organizamos as responsabilidades que os mantêm compreensíveis, corretos, protegidos e utilizáveis durante todo o ciclo de vida. Este é o capítulo 14 de 20 da disciplina Qualidade e Governança de Dados. Ele retoma Ciclo de vida, retenção e descarte e utiliza essa base para avançar. Na sequência, estudaremos LGPD: princípios e bases legais.
O fio condutor
Ciência de Dados começa com uma pergunta e termina com uma decisão que precisa ser compreendida, avaliada e acompanhada. Entre esses dois pontos, dados são coletados, examinados e transformados; métodos são escolhidos; resultados são validados; e limitações são comunicadas. Nenhuma etapa compensa automaticamente uma falha grave ocorrida na etapa anterior.
Neste capítulo, use Classificação, acesso e segurança para acompanhar três dimensões: o problema que se deseja resolver, a evidência disponível e o critério usado para avaliar o resultado. Essa separação ajuda a evitar soluções tecnicamente sofisticadas que não respondem à necessidade real.
Classificação
Começamos por Classificação, pois essa base organiza os conceitos e exemplos que aparecerão no restante do capítulo.
Classificação da informação categoriza sensibilidade e requisitos de proteção.
Classificação categoriza informação segundo sensibilidade e requisitos de proteção definidos pela organização e pelas obrigações aplicáveis. Categorias como público, interno e restrito são exemplos, não uma taxonomia universal. O rótulo deve orientar acesso, compartilhamento, armazenamento e descarte. Dados pessoais, sensíveis e informações sujeitas a sigilo podem exigir tratamento específico. A classificação pode mudar por contexto ou agregação: um conjunto aparentemente inofensivo pode revelar informações relevantes quando combinado. Defina responsáveis por classificar, revisar e resolver dúvidas.
RBAC
Depois de compreender Classificação, passamos a RBAC. A nova seção acrescenta outra etapa ao mesmo raciocínio e mostra como as decisões anteriores influenciam as próximas.
RBAC concede permissões por papel organizacional.
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Fontes consultadas
- Documentação técnica primária indicada no capítulo.
- Acervo publicado de Ciência de Dados: 40 questões deste tópico, com correspondência conceitual revisada.