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Computação Serverless

05. API Gateway e APIs serverless

5º capítulo da apostila Computação Serverless: estudo contínuo e em linguagem simples sobre API Gateway e APIs serverless, com conceitos conectados, aplicações e mapa mental.

33 min de leitura30 questões para praticarRevisado em 14/09/2026

Este capítulo nasce das 30 questões publicadas sobre API Gateway e APIs serverless. A leitura do acervo revelou 30 núcleos de conhecimento, aqui reorganizados como uma explicação progressiva: primeiro o vocabulário e o modelo mental, depois os mecanismos, as decisões de implementação, os limites e a forma de verificar o comportamento do sistema.

A apostila termina aplicando os fundamentos a arquiteturas baseadas em eventos e serviços gerenciados. Funções, estado externo, escala, observabilidade, segurança, custo e dependência do provedor formam uma única decisão arquitetural. Este é o capítulo 5 de 20 da disciplina Computação Serverless. Ele retoma Integração orientada a eventos: filas, tópicos e barramentos e utiliza essa base para avançar. Na sequência, estudaremos Bancos de dados e armazenamento serverless.

O fio condutor

O desenvolvimento de software começa com um problema e avança por decisões que precisam permanecer compreensíveis e verificáveis. Requisitos orientam modelos; modelos orientam código e arquitetura; testes verificam comportamento; e a operação devolve informações para o próximo ciclo. Uma falha importante no início tende a se espalhar pelas etapas seguintes.

Neste capítulo, use API Gateway e APIs serverless para acompanhar quatro perguntas: qual problema precisa ser resolvido, como o mecanismo funciona, que consequências a escolha produz e como o resultado será verificado. Essa sequência transforma termos técnicos em decisões que podem ser explicadas e testadas.

Parte 1 — Fundamentos e vocabulário

Começamos por Parte 1 — Fundamentos e vocabulário, pois essa base organiza os conceitos e exemplos que aparecerão no restante do capítulo.

Gateway funciona como ponto de entrada e aplica uma tabela de rotas antes de invocar o

O ponto de partida é estabelecer o significado do conceito e o problema que ele procura organizar. O gateway funciona como ponto de entrada e aplica uma tabela de rotas antes de invocar o backend. A combinação de método e caminho pode identificar uma rota e sua integração específica. Isso permite expor uma API coesa sem obrigar todas as operações a compartilhar a mesma função. A regra ganha sentido quando suas consequências orientam a implementação.

Para aplicar Gateway funciona como ponto de entrada e aplica uma tabela de rotas antes de invocar o, acompanhe a execução desde a entrada até a saída e anote pré-condições, mudança de estado, custo e falhas possíveis. Assim o conceito deixa de ser um rótulo e passa a orientar decisões.

Use como teste da compreensão: Em uma arquitetura serverless, um API gateway pode selecionar integrações distintas com base no método HTTP e no caminho da requisição, encaminhando, por exemplo, GET /clientes e POST /pedidos a funções diferentes. Depois verifique a afirmação com execução controlada, teste automatizado, análise do contrato, medição ou documentação da versão correspondente. A evidência deve reproduzir a propriedade afirmada, inclusive nos casos de erro e de fronteira.

Autenticação responde quem

A partir dessa distinção, o próximo elemento completa o fluxo. Autenticação responde quem é o chamador, enquanto autorização decide quais ações essa identidade pode executar. Um token válido pode identificar um usuário sem lhe conferir permissão administrativa. O gateway pode avaliar políticas, escopos ou claims por rota, e o backend ainda pode impor regras de negócio. Observe como definição, mecanismo e efeito permanecem ligados.

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Fontes consultadas

  • documentação oficial do Amazon API Gateway, seções sobre rotas de HTTP APIs.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, seção de controle de acesso.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, “Usage plans and API keys for REST APIs”.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, seção “Cache settings for REST APIs”.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, “Lambda proxy integrations”.
  • MDN Web Docs, “Cross-Origin Resource Sharing”, e documentação do API Gateway sobre CORS.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, “Choose between REST APIs and HTTP APIs”.
  • documentação oficial do Elastic Load Balancing, “Lambda functions as targets”, e do API Gateway.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, “Control access to an API with IAM permissions”.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, seções “Cognito user pools as authorizer” e “Lambda authorizers”.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, “Control access to HTTP APIs with JWT authorizers”.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, tabela de quotas de REST APIs, e documentação do AWS Lambda sobre timeout.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, “Overview of WebSocket APIs”.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, seções sobre deployments, stages e stage variables.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, seções sobre rotas e integrações.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, “Controlling and managing access”.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, “Configure CORS for HTTP APIs”.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, “Control access with IAM permissions”.
  • documentação oficial do Elastic Load Balancing, “Use Lambda functions as targets”.
  • documentação oficial do Amazon API Gateway, “Cache settings for REST APIs”.