Computação em Nuvem, Virtualização e Contêineres
20. Contêineres e plataforma Docker
20º capítulo da apostila Computação em Nuvem, Virtualização e Contêineres: explicação contínua e em linguagem simples sobre Contêineres e plataforma Docker, com aplicação integrada e mapa mental.
Este capítulo apresenta Contêineres e plataforma Docker em uma sequência pensada para quem está aprendendo o assunto. Os conceitos serão ligados a problemas, decisões, formas de execução e evidências, para que siglas e ferramentas ganhem sentido dentro do ciclo completo da tecnologia.
Com as bases consolidadas, estudamos como abstração e automação compartilham recursos, distribuem cargas e aceleram a entrega. A nuvem combina infraestrutura, serviços, responsabilidade compartilhada e operação em escala. Este é o capítulo 20 de 27 da disciplina Computação em Nuvem, Virtualização e Contêineres. Ele retoma Recuperação de desastres em ambientes virtualizados e acrescenta uma nova camada. Na sequência, estudaremos Harbor, registro de imagens e Red Hat Clair.
Ponto de partida
Para compreender infraestrutura, acompanhe o caminho completo de uma solicitação e de seus dados. Identifique o componente que recebe a entrada, o estado que precisa conservar, as dependências que aciona e a saída que entrega. Depois introduza atraso, indisponibilidade ou configuração incorreta e observe como o sistema reage.
Em Computação em Nuvem, Virtualização e Contêineres, o nome de uma tecnologia é apenas o começo. O entendimento surge quando você relaciona finalidade, arquitetura, configuração, operação, segurança e recuperação. Essa leitura por camadas evita decorar siglas sem compreender o mecanismo que sustenta o serviço.
Fundamentos e vocabulário
Começamos por Fundamentos e vocabulário, que fornece a linguagem necessária para compreender as partes seguintes.
O primeiro elemento dessa parte estabelece a base. Exposição é um fator, mas severidade, caminho e compensações devem ser documentados. Observe como essa regra define o papel do componente e quais efeitos aparecem nas camadas vizinhas.
A partir dessa base, aparece uma consequência importante. O ciclo do volume pode ser independente e precisa de backup e permissão. Para enxergar o mecanismo, acompanhe entrada, transformação, estado e saída, inclusive quando uma dependência deixa de responder.
Esse comportamento se conecta ao próximo componente. Exposição ao host e comunicação interna são mecanismos distintos. Na prática, o conceito só fica completo quando configuração, contexto e resultado podem ser relacionados.
Na operação cotidiana, a mesma lógica revela outro aspecto. Compose é adequado a ambientes locais e cenários limitados, sem o mesmo modelo distribuído. O ponto central é localizar essa função na arquitetura e distingui-la de recursos com nomes ou efeitos parecidos.
Quando o ambiente cresce ou falha, surge uma condição adicional. Controles antes da promoção reduzem risco, complementados por rescans contínuos. A decisão correta depende de capacidade, compatibilidade, risco e comportamento durante falhas, e não apenas do funcionamento em condições ideais.
Com essas relações em mente, podemos avançar mais um passo. Contêineres compartilham o kernel do host, diferentemente de VMs tradicionais. Esse vínculo entre desenho e operação permite prever consequências e escolher uma evidência adequada para confirmar o resultado.
O primeiro elemento dessa parte estabelece a base. Assinatura atesta identidade e conteúdo, não segurança de todos os pacotes. Observe como essa regra define o papel do componente e quais efeitos aparecem nas camadas vizinhas.
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Fontes consultadas
- Docker Documentation.
- NIST — Definition of Cloud Computing, SP 800-145: https://csrc.nist.gov/pubs/sp/800/145/final
- Kubernetes — Documentation: https://kubernetes.io/docs/
- Docker — Documentation: https://docs.docker.com/
- AWS — Documentation: https://docs.aws.amazon.com/
- Microsoft Azure — Documentation: https://learn.microsoft.com/azure/
- Google Cloud — Documentation: https://cloud.google.com/docs
- Acervo publicado: 105 questões integralmente cobertas nos módulos deste capítulo.
- Referência: NIST — Definition of Cloud Computing, SP 800-145: https://csrc.nist.gov/pubs/sp/800/145/final
- Referência: Kubernetes — Documentation: https://kubernetes.io/docs/
- Referência: Docker — Documentation: https://docs.docker.com/
- Referência: AWS — Documentation: https://docs.aws.amazon.com/
- Referência: Microsoft Azure — Documentation: https://learn.microsoft.com/azure/
- Referência: Google Cloud — Documentation: https://cloud.google.com/docs