Computação em Nuvem, Virtualização e Contêineres
19. Recuperação de desastres em ambientes virtualizados
19º capítulo da apostila Computação em Nuvem, Virtualização e Contêineres: explicação contínua e em linguagem simples sobre Recuperação de desastres em ambientes virtualizados, com aplicação integrada e mapa mental.
Este capítulo apresenta Recuperação de desastres em ambientes virtualizados em uma sequência pensada para quem está aprendendo o assunto. Os conceitos serão ligados a problemas, decisões, formas de execução e evidências, para que siglas e ferramentas ganhem sentido dentro do ciclo completo da tecnologia.
Com as bases consolidadas, estudamos como abstração e automação compartilham recursos, distribuem cargas e aceleram a entrega. A nuvem combina infraestrutura, serviços, responsabilidade compartilhada e operação em escala. Este é o capítulo 19 de 27 da disciplina Computação em Nuvem, Virtualização e Contêineres. Ele retoma Clusters de alta disponibilidade e desempenho e acrescenta uma nova camada. Na sequência, estudaremos Contêineres e plataforma Docker.
Ponto de partida
Para compreender infraestrutura, acompanhe o caminho completo de uma solicitação e de seus dados. Identifique o componente que recebe a entrada, o estado que precisa conservar, as dependências que aciona e a saída que entrega. Depois introduza atraso, indisponibilidade ou configuração incorreta e observe como o sistema reage.
Em Computação em Nuvem, Virtualização e Contêineres, o nome de uma tecnologia é apenas o começo. O entendimento surge quando você relaciona finalidade, arquitetura, configuração, operação, segurança e recuperação. Essa leitura por camadas evita decorar siglas sem compreender o mecanismo que sustenta o serviço.
Fundamentos e vocabulário
Começamos por Fundamentos e vocabulário, que fornece a linguagem necessária para compreender as partes seguintes.
O primeiro elemento dessa parte estabelece a base. VMotion migra execução de VM entre hosts compatíveis com interrupção mínima. Storage vMotion move arquivos de armazenamento. Rede, CPU e licenciamento devem atender requisitos. A formulação rejeitada é incompatível com o conceito e com a evidência indicada. Observe como essa regra define o papel do componente e quais efeitos aparecem nas camadas vizinhas.
É possível verificar esse funcionamento: uma leitura crítica rejeita a afirmação de que snapshot e vMotion são o mesmo mecanismo. Registros, métricas, testes e inspeção do estado devem confirmar o comportamento observado, em vez de apenas provar que o componente existe.
A partir dessa base, aparece uma consequência importante. RPO limita perda aceitável de dados e RTO limita tempo para restaurar serviço. Replicação frequente reduz potencial perda; automação pode reduzir recuperação. Metas menores custam mais. A ressalva impede generalizações absolutas. Para enxergar o mecanismo, acompanhe entrada, transformação, estado e saída, inclusive quando uma dependência deixa de responder.
É possível verificar esse funcionamento: os resultados devem mostrar por que não se pode concluir que o conceito não admite ressalvas: RPO e RTO são sempre iguais. Registros, métricas, testes e inspeção do estado devem confirmar o comportamento observado, em vez de apenas provar que o componente existe.
Esse comportamento se conecta ao próximo componente. Xen usa dom0 para controle; KVM usa módulos do kernel com QEMU e drivers virtio. KVM acelera CPU e QEMU fornece modelo de máquina e dispositivos. Libvirt oferece camada comum de gestão. A formulação rejeitada é incompatível com o conceito e com a evidência indicada. Na prática, o conceito só fica completo quando configuração, contexto e resultado podem ser relacionados.
É possível verificar esse funcionamento: uma leitura crítica rejeita a afirmação de que QEMU e KVM são exatamente o mesmo componente. Registros, métricas, testes e inspeção do estado devem confirmar o comportamento observado, em vez de apenas provar que o componente existe.
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Fontes consultadas
- Documentação Broadcom VMware, Xen Project, KVM, QEMU e libvirt, documentação vSphere vMotion.
- Documentação Broadcom VMware, Xen Project, KVM, QEMU e libvirt, continuidade e recuperação.
- Documentação Broadcom VMware, Xen Project, KVM, QEMU e libvirt, Xen Project, KVM e QEMU.
- Documentação Broadcom VMware, Xen Project, KVM, QEMU e libvirt, snapshots de máquinas virtuais.
- Documentação Broadcom VMware, Xen Project, KVM, QEMU e libvirt, arquiteturas de virtualização.
- Documentação Broadcom VMware, Xen Project, KVM, QEMU e libvirt, vSphere Availability e Resource Management.
- Documentação Broadcom VMware, Xen Project, KVM, QEMU e libvirt, conceitos de clustering HA.
- NIST — Definition of Cloud Computing, SP 800-145: https://csrc.nist.gov/pubs/sp/800/145/final
- Kubernetes — Documentation: https://kubernetes.io/docs/
- Docker — Documentation: https://docs.docker.com/
- AWS — Documentation: https://docs.aws.amazon.com/
- Microsoft Azure — Documentation: https://learn.microsoft.com/azure/
- Google Cloud — Documentation: https://cloud.google.com/docs
- Acervo publicado: 60 questões integralmente cobertas nos módulos deste capítulo.
- Referência: NIST — Definition of Cloud Computing, SP 800-145: https://csrc.nist.gov/pubs/sp/800/145/final
- Referência: Kubernetes — Documentation: https://kubernetes.io/docs/
- Referência: Docker — Documentation: https://docs.docker.com/
- Referência: AWS — Documentation: https://docs.aws.amazon.com/
- Referência: Microsoft Azure — Documentation: https://learn.microsoft.com/azure/
- Referência: Google Cloud — Documentation: https://cloud.google.com/docs